Imprimir

Hormonas

Uma hormona não é mais do que uma substância produzida numa parte do organismo que vai afectar o desenvolvimento num outra parte.


Classes de hormonas:

dominancia apical

  • Auxinas - São hormonas que conduzem o alongamento celular diferencial e funcionam como reguladores da diminuição dos vegetais.

♣  São sintetizadas principalmente pelos meristemas apicais caulinares, nas folhas jovens e nas sementes em desenvolvimento: 

As auxinas são produzidas nas pontas do coleóptilo e transportadas para os locais onde há crescimento, nas células meristemáticas, nas folhas jovens, nas flores, nos frutos, nas pontas dos caules e das raízes. A mais conhecida das auxinas é o ácido indol-3-acético (AIA) sintetizada a partir do indol e, em algumas plantas, do amino-ácido triptofano.

♣  São transportadas para as regiões da planta que delas carecem, principalmente para a base, onde se estabelece um gradiente de concentração. O transporte é lento e polar (unidireccional: ou vai sempre para a base, nos caules e nas folhas, ou vai sempre para o ponta nas raízes e segue vias diferentes do acúcar e dos outros solutos.

♣  São responsáveis pelo gravitropismo, fototropismo e a dominância apical:

GRAVITROPISMO. Consiste no crescimento das raízes na direção da força gravitacional (geotropismo positivo). A aplicação de uma auxina sintética na propagação por estacas promove a formação de raízes adventícias na estaca.

FOTOTROPISMO. A primeira porção de planta que aparece à superfície do solo (coleóptilo) vai desenvolver-se orientada para a luz. Se a intensidade desta for constante, a planta desenvolve-se na vertical, se for iluminada lateralmente os coleóptilos vão crescer curvando-se na direcção da luz.

DOMINANCIA APICAL. A principal atividade fisiológica das auxinas é a regulação do crescimento das plantas (ver figura à direita). A gema apical, que atua no crescimento longitudinal do caule, produz auxina na superfície para inibir as gemas laterais, deixando-as dormentes (dominância apical). Eliminando a gema apical caulinar através da poda, ( ver poda ) o crescimento passará a ser promovido pelas gemas laterais que saem do estado de dormência e originam novos ramos, flores e frutos. A planta vai reduzir o crescimento em altura e alargar a copa, apresentando uma maior ramificação.

  • Giberalinas - São funções da giberelina incrementar o crescimento dos caules, interromper o período de latência das sementes fazendo-as germinar, induzindo a brotação de gemas e promovendo o desenvolvimento dos frutos. Induzem o crescimento através de uma laterização da distribuição do cálcio nos caules.
  • Citocininas - Devem o nome ao seu envolvimento na citocinese ou divisão celular. São hormonas vegetais responsáveis pelas divisões celulares. São produzidas nas raízes e transportadas, pelo xilema, para todas as partes da planta.
  • Etileno - O etileno romove o amadurecimento de frutos. Outros efeitos biológicos promovidos pelo etileno são: a germinação de sementes; epinastia (curvatura para baixo) de folhas; abscisão (queda) de frutos maduros, órgãos senescentes ou danificados e folhas; expansão celular horizontal e crescimento lateral do caule; quebra de dormência de gemas e sementes em algumas espécies; alongamento do caule de espécies vegetais aquáticas submersas; formação de raízes e pêlos absorventes; indução floral e expressão sexual, como por exemplo nas Cucurbitaceae (família das abóboras), o etileno induz a preferência por flores femininas.

O amadurecimento dos frutos é estimulado pelo etileno, produzido por folhas, frutos e flores em processo de envelhecimento. O etileno é a única hormona gasosa e por essa razão as baixas temperaturas inibem sua libertação. Isso explica por que um fruto colocado no frigorífico pode ser conservado por mais tempo. Dessa forma, o processo de envelhecimento torna-se mais lento. Para acelerar este processo, podemos embrulhar os frutos num jornal pois, assim, estaremos a concentrar a hormona ao redor dos mesmos, estimulando o processo de amadurecimento.

  • Ácido abscísico - O ácido abscísico (ABA) é sintetizado nos plastídios, fundamentalmente nos cloroplastos, nas folhas, caule e ápice radicular das plantas, e transportado tanto pelo xilema quanto pelo floema. O ABA esta envolvido em:

DORMÊNCIA. O ABA atua como regulador primário na iniciação da dormência de sementes e de gemas.  A dormência do embrião (endógena ou fisiológica) ocorre devido a presença de inibidores especialmente o ABA) bem como a ausência de promotores (giberelina). A quebra da dormência fisiológica é frequentemente associada com a diminuição da relação ABA/GA. Quanto à dormência de gemas, a  remoção do ápice da parte aérea provoca a redução nos níveis de ABA nas gemas axilares causando o crescimento dessas gemas. O alto nível de auxina no ápice da parte aérea pode manter elevado o nível de ABA nas gemas axilares, inibindo o crescimento.

RESPOSTAS AO STRESS HÍDRICO.O ABA responde ao estresse hídrico (falta de água) promovendo o crescimento de raízes e inibindo o crescimento do caule.  Em casos de estresse hídrico, esta hormona realiza vários processos na planta fazendo com que esta possa diminuir a perda de água, mantendo assim a hidratação necessária para sua sobrevivência. Um aumento na concentração deste hormônio na folha como resposta a um estresse hídrico causa o fechamento dos estômatos, diminuindo a transpiração.

Óleos essenciais

"óleos essenciais (...) são compostos voláteis pertencentes, normalmente, a vários grupos químicos, arrastáveis pelo vapor de água, praticamente insolúveis na água, mas solúveis nos solventes orgânicos e nas gorduras" (p. 39).

"Os óleos essenciais nas plantas encontram-se em órgãos secretores, mais ou menos diferenciados, em diversas partes da planta." (p.40)

As citações acima reproduzidas são extraídas do capítulo 2 de Cunha et alii (2012).

 

Nome F. Mol.  IUPAC Extracção
Hidrocarbonetos      
α-terpineno C10H16 1-Isopropyl-4-methyl-1,3-cyclohexadiene Citrus, Eucalyptus, Juniperus, coentro
terpinoleno C10H16 1-methyl-4-propan-2-ylidenecyclohexene Citrus, Mentha, Juniperus, Myristica
limoneno C10H16 1-methyl-4-prop-1-en-2-yl-cyclohexene alecrim (2,5-5%), alfazema (<1%), coentro (1,5-5%), eucalipto (4-12%), funcho (0,9-5%), hortelã (9-15%), laranja 92-97%)limão 56-78%), menta (1-5%)
β-felandreno C10H16 3-Methylene-6-(1-methylethyl)cyclohexene eucalipto (<1,5%), 
α-tuieno C10H16 1-isopropyl-4-methylbicyclo[3.1.0]hex-3-ene Thuja occidentalis,  sálvia.
α-pineno C10H16 (1S,5S)-2,6,6-Trimethylbicyclo[3.1.1]hept-2-ene ((−)-α-Pinene) alecrim (18-26%), coentro (3-7%), eucalipto (1-9%), funcho (1-10%), laranja (0,4-0,6%)
β-pineno C10H16 6,6-Dimethyl-2-methylenebicyclo[3.1.1]heptane  alecrim (2-6%), eucalipto (<1,5%), limão (7-17%)
canfeno C10H16  2,2-Dimethyl-3-methylidenebicyclo[2.2.1]heptane alecrim (8-12%)
álcoois e ésteres      
geraniol C10H18O (Z)-3,7-Dimethyl-2,6-octadien-1-ol citronela, coentro (0,5-3%), erva príncipe, gerânio, limão (0,5-2,3%), rosa, tangerina, tomilho
linalol C10H18O 3,7-Dimethylocta-1,6-dien-3-ol alfazema (20-45%), anis (<1,5%), coentro (65-78%), erva príncipe, gengibre, gerânio, laranja (0,2-0,7%), limão, manjericão (80%), tomilho
mentol C10H20O 5-Methyl-2-(propan-2-yl)cyclohexan-1-ol menta (30-55%)
borneol C10H18O endo-1,7,7-Trimethyl- bicyclo[2.2.1]heptan-2-ol alecrim (2-4,5%), coentro, gengibre, manjerona, pinheiro, tomilho
citronelol C10H20O 3,7-Dimethyloct-6-en-1-ol  citronela, gerânio, limão, tangerina, rosa
a-terpineol C10H18O 2-(4-methylcyclohex-3-en-1-yl)propan-2-ol alecrim (1-3,5%), coentro (0,1-1,5%), limão (<0,6%)
aldeídos e cetonas      
citral C10H16O 3,7-dimethylocta-2,6-dienal mistura de 2 aldeídos (geranial e neral) citronela, erva príncipe, eucalipto, gengibre, laranja, limão, tangerina
citronelal C10H18O 3,7-dimethyloct-6-en-1-al citronela
benzaldeído (aldeído benzóico) C7H6O Benzaldehyde presente nas amendoas
cinamaldeído (aldeído cinâmico) C9H8O (2E)-3-Phenylprop-2-enal  casca das espécies do género Cinnamomum (90% do óleo essencial da canela é cinamaldeído).
culminaldeído (aldeido cuminico) C10H12O 4-(1-Methylethyl)benzaldehyde  
vanilina C8H8O3 4-Hydroxy-3-methoxybenzaldehyde baunilha
carvona C10H14O 2-Methyl-5-(prop-1-en-2-yl)cyclohex-2-en-1-one hortelã (60-70%), menta (<1%)
mentona C10H18O (2S,5R)-2-Isopropyl-5-methylcyclohexanone  hortelã (<0,2%), menta (14-32%)
pulegona C10H16O (R)-5-Methyl-2-(1-methylethylidine)cyclohexanone poejo, hortelã
cânfora C10H16O
1,7,7-Trimethylbicyclo[2.2.1]heptan-2-one  alecrim (13-21%), canforeira (30-60%), coentro (3-6%)
ácidos      
benzoico C6H5COOH  Benzoic acid  benjoeiro (Styrax benzoin
cinâmico C8H7COOH  (2E)-3-Phenylprop-2-enoic acid canela
miristico CH₃(CH₂)₁₂COOH Tetradecanoic acid noz-moscada (Myristica fragrans)
éteres      
cineol ou eucaliptol C10H18O 1,3,3-Trimethyl-2-oxabicyclo[2,2,2]octane alecrim (16-25%), alfazema (<2,5%), eucalipto, louro, manjericão, menta (3,5-14%), salva
cis-anetol C10H12O (E)-1-metoxi-4-(1-propenil)benzeno anis (0,1-0,4%), funcho (<0,5%), anis-estrelado
trans-anetol C10H12O 1-Methoxy-4-[(1E)-prop-1-en-1-yl]benzene anis (87-94%), funcho (55-75%)
safrol C10H10O2  5-(Prop-2-en-1-yl)-2H-1,3-benzodioxole canela, noz moscada, pimenta
cumarinas C9H6O2   agrião, canela
Fenóis e éteres fenólicos      
carvacrol C10H14O 2-Methyl-5-(propan-2-yl)phenol orégão, tomilho
timol C10H14O 5-Methyl-2-(propan-2-yl)phenol tomilho, orégão
eugenol C10H12O2 2-Methoxy-4-(prop-2-en-1-yl)phenol cravinho (75-88%), canela, sassafrás e mirra
miristicina C11H12O3 3-methoxy,4,5-methylenedioxy-allylbenzene

salsa, noz moscada

apiol

C12H14O4

4,7-Dimethoxy-5-(prop-2-en-1-yl)-2H-1,3-benzodioxole salsa, aipo

Metabolismo

Nutrição

 

Alimentos ricos em minerais de fonte vegetal

 

Ca

Cálcio

RDI (Reference Daily Intake) = 1000 mg

O cálcio é o primeiro mineral mais abundante no corpo: encontra-se 99% sob a forma de fosfato no tecido ósseo. O restante, no líquido extracelular e na célula. O cálcio é absorvido pelo intestino em apenas 20 a 30% da totalidade de cálcio ingerida e presente nos alimentos. 

Fontes de origem vegetal que constituem uma boa alimentação para a saúde e que são ricos em cálcio: o melaço escuro, a amêndoa, feijão, milho e o sésamo. Os bróculos, couve e laranja são também fontes muito boas de cálcio.

Alimentos ricos em cálcio Cálcio por porçãoCálcio por cada 100 gObs
Ervas aromáticas: manjericão e orégãos 14g de ervas contem cerca de 80mg de cálcio. ~ 571,0 mg  
Sementes de linhaça 120g de sementes contem 428mg de cálcio.  ~ 357,0 mg  
Amêndoa 264,0 mg   

Melaço

250,0 mg 
 
Alho 181,0 mg   

Vegetais de folha verde escura: 

  • brócolos
  • couve galega
  • acelga
  • espinafre.

  • flores/folhas

 

  • 47/51,0 mg 
  • 141,0 mg 
  • 43,0 mg 
  • 80,0 mg
 

Nozes.

117,0 mg   ainda possuem sódio, potássio, ferro e magnésio

 

O contributo do cálcio para a saúde ocorre ao nível da formação da massa óssea e dos dentes, na contracção muscular e na transmissão dos impulsos nervosos. O cálcio é também muito importante para a coagulação sanguínea.

Caso exista falta de cálcio, os principais sintomas são raquitismo e osteoporose. Uma causa natural da falta de cálcio é o envelhecimento. A maioria do cálcio do corpo é armazenado nos ossos e conforme se envelhece, começam a ficar mais finos ou menos densos, aumentando ainda mais a exigência diária de cálcio. 

vitamina D é importante pois aumenta a taxa do cálcio quando absorvido no sangue e também ajuda na absorção do cálcio e outros minerais e nutrientes. Em caso de osteoporose é muito importante a ingestão de magnésio e cálcio em conjunto.

 

P

Fósforo

RDI (Reference Daily Intake) = 10'00 mg

O elemento fósforo é altamente venenoso, mas não é tóxico quando ingerido como fosfato na dieta. O Fósforo é o segundo mineral mais abundante no corpo. Intervem na metabolização do cálcio.

As sementes de abóbora são riquíssimas em fósforo, contendo 1233 mg do nutriente em 100 g. Além disso, também possuem magnésio, zinco e potássio;

Alimentos ricos em fósforo

Fósforo por 100 g

Energia em 100 g

Algas marinhas (secas) 1000,0 mg calorias
Sementes de soja (secas) 583,0 mg calorias
Feijão verde (cru) 415,0 mg calorias
Pimento 380,0 mg  calorias
Cebola vermelha 253,0 mg  calorias
Batata 150,0 mg calorias
Alho 134,0 mg calorias
Cogumelos cultivados (frescos) 120,0 mg calorias
Alcachofra 94,0 mg calorias
Salsa (seca) 82,0 mg calorias
Couve-flor (cozida) 76,0 mg calorias
     

 

Fe

Ferro

RDI (Reference Daily Intake) = 18 mg

O feijão é uma boa fonte de ferro, mas os cereais integrais como quinoa, aveia, cevada e trigo também fornecem o nutriente, trazendo à volta de 5 mg por 100 g.

Agrião, rúcula, espinafre, brócolos e couve entram na classe dos vegetais verdes que são alimentos ricos em sais minerais. Fornecem cerca de 3,6 mg por 100 g. 

 

Alimentos ricos em ferro

Ferro por 100 g

Energia em 100 g

Feijão branco miúdo 11,9 mg 360 calorias
Feijão-preto costa rica 8,6 mg 343 calorias
Pão de cevada 6,5 mg 302 calorias
Salsa 3,1 mg 43 calorias
Agrião 2,6 mg 23 calorias
Beterraba crua 2,5 mg 49 calorias
Lentilha cozida 2,44 mg 108 calorias
Pão de soja 2,3 mg 283 calorias
Grão-de-bico cozido 1,4 mg 121 calorias
Ervilha cozida 1,9 mg 63 calorias

 

75% em hemoglobina, 5% mioglobina, 25% deposita-se no fígado e o resto forma parte das enzimas.

O Ferro é o principal componente da hemoglobina, molécula que permite a absorção e o transporte de oxigénio pelo corpo. A sua falta (Anemia por deficiência de ferro) pode causar problemas relacionados a respiração celular.

 

Mg

Magnésio

RDI (Reference Daily Intake) = 400 mg

Alimentos ricos em magnésio

Magnésio por cada 100 g

Sementes de abóbora 541,0 mg 
Castanha de caju 236,6 mg 
Grãos de soja  86,0 mg 
Amêndoas 80,0 mg 
Espinafre cru  79,0 mg 
Figo seco 68,0 mg 
Arroz integral  44,0 mg 
Couve 34,7 mg 
Abacate 29,0 mg 
Banana 27,3 mg 
Coentro 26,0 mg 
Acelga uma chávena contém 285,7 mg 
Feijão preto ½ chávena contém 60 mg

 

No nosso corpo há, em média, de 21 a 28 gramas de magnésio, distribuídos principalmente nos ossos, músculos e tecidos.

A deficiência de magnésio diminui a resistência e que o baixo nível deste mineral na circulação está associado à diminuição da capacidade aeróbica. 

Zn

Zinco

RDI (Reference Daily Intake) =15 mg

Antioxidante. Ajuda a manter o sistema imunológico sadio. Presente em: amêndoas, nozes, avelãs, trigo integral, feijão, ervilhas, salsa, legumes, cogumelos, cebola, alho, feijão verde e pevides.

K

Potássio

VDR = 4700 mg

O potássio é importante para manter várias funções corporais:

  • Os músculos precisam de potássio para se contrairem.
  • O músculo cardíaco precisa de potássio para bater de forma adequada e regular a pressão arterial.
  • O rim é o principal órgão que controla o equilíbrio de potássio, removendo o excesso de potássio na urina.

 

Alimentos com muito potássio Alimentos com pouco potássio
FrutosVegetaisFrutosVegetais
Banana Abóbora Maçã Espargos
Meloa Alcachofra Damasco Feijão verde
Frutos secos Rebentos de bambu Amoras Cenoura cozida
Passas de figo Feijão Mirtilos Couve-flor
Sumo de uva Brócolos Cerejas Aipo
Kivi Couve de Bruxelas Arandos Pepino
Manga  Couve chinesa Uvas Beringela
Nectarina Cenouras Mandarina Alface
Laranja Lentilhas Pêssego Cebola
Romã Batatas Peras Salsa
Ameixa Espinafres Morangos Ervilhas
Tomates Tangerina Pimento

 

Cerca de 98% de potássio encontra-se no interior das células. Pequenas alterações no nível de potássio presente no exterior das células pode ter efeitos graves sobre o coração, os nervos e os músculos.

Um nível de potássio muito elevado (hipercalemia) ou muito baixo (hipocalemia) pode ser grave.

 

< 3,5 Hipocalemia
3,5 - 5,0 zona segura
5,1 - 6,0 zona de cuidado
> 6,0 zona de perigo

 

Níveis anormais de potássio podem causar cãibras ou fraqueza muscular, náuseas, diarréia, micção freqüente, desidratação, pressão arterial baixa, confusão, irritabilidade, paralisia e alterações do ritmo cardíaco.

O acúmulo de potássio no corpo (hipercalemia) pode resultar de problemas nos rins, os órgãos responsáveis pela remoção do seu excesso no corpo. Na maioria dos casos, pacientes que sofrem com hipercalemia também sofrem de distúrbios que reduzem a capacidade dos rins para eliminar o potássio do organismo, como a insuficiência renal.

Tanto as pessoas com doença renal como as que tomam medicamentos para a pressão arterial inibidores da ECA (enzima conversora da angiotensina) devem perguntar ao seu médico médico se devem evitar alimentos ricos em potássio.

Na

Sódio

VDR = 2000 mg

Os vegetais são uma boa opção de alimentos ricos em sódio.

 

Vegetais ricos em sódio Frutos ricos em sódio Ervas e especiarias
acelga figos secos mostarda
beterraba azeitonas . pimenta em pó
couve melancia cravo
berinjela ameixa sementes de aipo
pimentão uva cominho
batata banana açafrão
tomate maracujá  hortelã
dente de leão melão folha coentro
mostarda endro
nabo maçã
alcachofra curry em pó
espinafre cebola em pó

 

Os vegetais contêm sódio que retiram do solo. A quantidade de sódio depende do teor de sódio do solo na área onde são cultivadas.

sódio é um elemento químico que é essencial para o funcionamento celular adequado e manter os níveis de fluido do corpo. É também importante para a transmissão de impulsos nervosos encontrados nas células.

O excesso de sódio no organismo (hipernatrémia) pode levar a pedras nos rins, insuficiência renal, a desidratação, problemas respiratórios, úlceras gástricas, câncer, insuficiência cardíaca, aumento de peso, pobre desenvolvimento ósseo, ganho de peso, e a pressão sanguínea elevada. 

F

Flúor

 

 

Alimentos ricos em fluor
Arroz
Feijão
Cebola
Alho

 

O papel do flúor no organismo é ajudar diretamente na formação de dentes e de ossos mais fortes. Entretanto, a ingestão excessiva do flúor pode ocasionar a fluorose dentária. Essa patologia resulta de um distúrbio ocorrido durante a formação do elemento dentário, caracterizada por uma hipomineralização do esmalte, causada pela ingestão excessiva de flúor.

Previne doenças dos rins, micose, dilatação das veias, cálculos da vesícula e paralisia.

 

Voltar